A Câmara de Turismo da Costa do Cacau, instância de governança regional:Santa Luzia, Canavieiras, Una, Ilhéus, Uruçuca, Itacaré Itabuna e Pau Brasil. PRESIDENTE - FERNANDO VOLPI VICE-PRESIDENTE - THAIS GAVAZZA SEC. EXECUTIVA : KARLLA COSTA TESOUREIRO: MARCOS ALVES- KIKO CNPJ: 10.538850/0001-00 ENDEREÇO : CAIXA POSTAL 51 CANAVIEIRAS -BA CEP: 45860-000 email:camaraturismocostacacau8@hotmail.com PERIODICIDADE : REUNIÕES ITINERANTES A CADA 2 MESES http://issuu.com/camaradeturismocacau
terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
EXPOSIÇÃO COSTA DO CACAU POR FRED SCHIFFER
Costa do Cacau A cidade de Ilhéus - que além de ambientar os romances de Jorge Amado é considerada por seus moradores como a "Princesinha do Sul" - teve seu extenso litoral esmiuçado pelas lentes de Fred Schiffer. Após explorar Cuba, Nova York, Perú, Amazônia, Jalapão, Chapada dos Guimarães e dos Veadeiros, Monte Roraima, o jornalista carioca agora reafirma seu amor pela Bahia e o resultado são as 29 fotografias da exposição “Costa do Cacau”, que será inaugurada no dia 8 de junho, sexta-feira às 17h no Teatro Municipal de Ilhéus. Cerca de 180 km, entre os municípios de Itacaré e Canavieiras, formam a chamada Costa do Cacau. Reduto de belezas naturais, rios margeados por fazendas de cacau, praias intocadas, vastos coqueirais em meio à Mata Atlântica e densos manguezais. A região encanta pelas paisagens e pela opulência dos anos áureos do chamado “ouro negro”. A arquitetura preserva o casario colonial dos séculos XVIII e XIX, que remonta ao período em que a produção e exportação cacaueira eram a atividade primordial da economia brasileira. A exposição também retrata o imaginário da obra de Jorge Amado – no ano que marca o centenário do nascimento do escritor baiano - ambientada em Ilhéus, principal cidade da Costa. Fred Schiffer possui uma forma singular de recortar o mundo e a delicadeza das imagens reflete a alegria da viagem com a família e expressa o conhecimento sendo adquirido a cada passo dado, a cada rua caminhada, em cada fachada das igrejas e casarões. Fred consegue imprimir em suas fotos a cultura de um lugar, por muitos, ainda desconhecido, onde seu povo e seus hábitos são representados em pequenos detalhes das tarefas do cotidiano. “Seu trabalho fotográfico é belíssimo e mostram um lugar que mesclava o que de bom e ruim havia naquele período referido nas principais obras literárias de papai, lá em Ilhéus”, elogia Paloma, filha de Jorge Amado. A exposição “Costa do Cacau” é uma realização da FS Fotografia&Aventura, com patrocínio do Forte de Copacabana, Universidade Unigranrio, DH Buffet e Fundação Cultural de Ilhéus e apoio da Agência Interativa de Publicidade, VilaSeca Assessoria de Arte, FR Impressões, Printstorm, Polengui , ATIL – Associação de Turismo de Ilhéus e Pousada Rio Mar.
fONTE: ATIL
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
IPIAÚ: SEMINÁRIO MOSTRARÁ IMPORTÂNCIA DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O CACAU CABRUCA
29/mai/2012 . 13:53 | Autor: Noticias de Ipiaú
Por José Américo | Colunista
Motivar o produtor a acolher a ideia da Indicação Geográfica é a proposta do... 1º Seminário de Sensibilização que será realizado no próximo dia 5 de junho, a partir das 8 horas, no Parque de Exposições José Thiara, em Ipiaú.
Promovido pelo Comitê Gestor do Processo de Indicação Geográfica do Cacau Cabruca Sul da Bahia, o evento envolverá um ciclo de palestras seguido de debates a respeito do assunto. Na oportunidade serão apresentados alguns exemplos bem sucedidos na iniciativa.
Indicação Geográfica é uma modalidade de certificação ou reconhecimento de um produto agropecuário com qualidade e vinculação a uma determinada região. Ela se dá através de dois tipos : por procedência e por origem.
A Indicação por procedência reconhece um produto de acordo com a sua qualidade e saber fazer, enquanto a indicação por origem implica que além da qualidade o produto se destaca como originário de um espaço territorial e que suas qualidades são intrínsecas àquela localidade por causa das questões relacionadas ao clima, solo e vegetação.
O selo de reconhecimento concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial(INPI), dá notoriedade da historia do produto.
http://www.noticiasdeipiau.com/2012/05/29/ipiau-seminario-mostrara-importancia-da-indicacao-geografica-para-o-cacau-cabruca/
Promovido pelo Comitê Gestor do Processo de Indicação Geográfica do Cacau Cabruca Sul da Bahia, o evento envolverá um ciclo de palestras seguido de debates a respeito do assunto. Na oportunidade serão apresentados alguns exemplos bem sucedidos na iniciativa.
Indicação Geográfica é uma modalidade de certificação ou reconhecimento de um produto agropecuário com qualidade e vinculação a uma determinada região. Ela se dá através de dois tipos : por procedência e por origem.
A Indicação por procedência reconhece um produto de acordo com a sua qualidade e saber fazer, enquanto a indicação por origem implica que além da qualidade o produto se destaca como originário de um espaço territorial e que suas qualidades são intrínsecas àquela localidade por causa das questões relacionadas ao clima, solo e vegetação.
O selo de reconhecimento concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial(INPI), dá notoriedade da historia do produto.
http://www.noticiasdeipiau.com/2012/05/29/ipiau-seminario-mostrara-importancia-da-indicacao-geografica-para-o-cacau-cabruca/
sexta-feira, 25 de maio de 2012
25 de MAIO: ANIVERSÁRIO DE CANAVIEIRAS
Canavieiras
Bahia - BA
Histórico
Nos primeiros anos do século XVIII, iniciou-se a colonização do território do futuro município de Canavieiras, que àquela época, pertencia a Capitania de São Jorge dos Ilhéus. Um grupo de aventureiros brasileiros e portugueses, não se sabe se a procura de ouro, de terras melhores para a expansão de suas lavouras ou simplesmente fugindo dos índios Pataxós, chegou a um local próximo à Costa, ao sul da Capitania, onde se fixou.
O local era denominado "Puxim", termo brasílico que, segundo os estudiosos, significa "coisa feia e ruim". Ali ergueram uma capela sob a invocação de São Boaventura, atual padroeiro do município, cuja imagem, conta a lenda, fora encontrada por pescadores na praia.
Com a chegada de novos habitantes, o pequeno núcleo ampliou-se, de forma que, em 11 de abril de 1718, foi elevado à categoria de Freguesia de São Boaventura do Puxim, o que estimulou ainda mais o crescimento acelerado, tanto nos aspectos populacionais quanto nos econômicos, uma vez que as terras eram excelentes para o cultivo da cana-de-açucar.
A origem do seu nome do município é incerta. Contudo acredita-se que houve um "aportuguesamento" da palavra francesa "Canneviere", espécie de bambu fino que crescia em abundância na foz do Rio Patipe, um dos rios que cortam o município, onde corsários e contrabandistas franceses, ainda no século XVII, se escondiam para atacar navios mercantes que passavam, ou para contrabandear o Pau Brasil.
Gentílico:
Formação Administrativa
Em 13 de dezembro de 1832, a Freguesia de São Boaventura do Puxim passou à categoria de Vila, sob o título de "Imperial Vila de Canavieiras", visto que a sua população atingia a quase três mil pessoas. A Vila conquistou o foro de cidade em 25 de maio de 1891, por Ato Estadual assinado pelo Governador José Gonçalves da Silva.
A composição territorial do município permaneceu inalterada até 06 de março de 1953, em decorrência da Lei Estadual nº 544, quando foi desmembrado do seu território o Distrito de Potiraguá. A composição interna, entretanto, passou por várias modificações estruturais, tendo sido emancipados Camacan, Pau Brasil e Mascote, que se constituíram municípios, e que se instalaram em 7 de abril de 1963, além dos municípios de Una e Santa Luzia. Desta forma, atualmente o município está reduzido a três distritos: o Distrito Sede, o de Ouricana e o de Puxim do Sul.
Por ser um município antigo, a origem do seu nome é incerta. Contudo acredita-se que houve um "aportuguesamento" da palavra francesa "Canneviere", espécie de bambu fino que crescia em abundância na foz do RioPatipe, um dos rios que cortam o município, onde corsários e contrabandistas franceses, ainda no século XVII, se escondiam para atacar navios mercantes que passavam ou para contrabandearem o Pau Brasil.
Fonte: Canavieiras. Secretaria de Educação.
Autor do Histórico: KÁTIA REGINA LOPES DOURADO
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